Construções que tentam segurar
Mas rasga com forças selvagens
Verte a vida que morrerá
E assim...
Sol...
E o ar sufocante
Calor que faz o ar gelado desaparecer
Fulgurante...
Oh!
Dor e dor...
Anjos sufocando
Crianças desaparecendo
Palhaços chorando e chorando
E um velho rindo pelo seu fim
Folha em branco sendo queimada
E porque existiu?
Talvez para incitar parasitas...
Talvez pelo simples fato de não ser...
Som de metais
Perfume de flores mortas...
O pó...
Ensina-me a lhe entender...
Fábio dos Santos Júnior
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