06/11/2018 às 10:01
É PRECISO CRIAR

 

Que seria da humanidade se não houvessem mentes privilegiadas para mobilizar neurônios e estabelecer uma virada fantástica no mundo?

Todos têm pontos fortes e fracos.

Áreas do conhecimento são infinitas.

Basta dar um toque e uma multidão de células cerebrais entra em ação.

Colegas médicos são frutos deste incessante cruzamento de informações, primeiramente teóricas e, após, revertidas para a prática.

A ciência não para. Entrar na fila das ‘letras’ não escolhe este ou aquele. Basta querer.

Quando se vê a corrida de jovens para uma vaga na Universidade, até parece tsunami. Convenhamos. Deveria ser fenômenos normais. De rotina. De repente, a juventude para de sonhar e acorda e dá-lhe prova e mais prova. Livros e mais livros. Para quem está viciado em celular, realmente, deve ser uma tremenda trapalhada. Surgem heróis, antes anônimos, Einstein, Lavoisier, Pitágoras, escalas, símbolos, gráficos, fórmulas, histórias reais, choque de ideias, passado, presente e futuro numa miscelânea de ‘jatos’ à procura de cabecinhas saudáveis. Mistérios filosóficos, teoremas matemáticos, fatos sociológicos, históricos.

É preciso criar. Basta querer.

Seguir em frente, traçando metas, organizando tempo.

O vício das novelas passou para o uso de celulares. Fofoquinhas e baixarias estão em ambos. Pobre massa cinzenta não estimulada!

A mídia dos celulares foi feliz ao trazer informações rápidas orientadas. Mas... Não orientou o alunado jovem para seu  uso e abuso.

É preciso criar. Ler. Escrever. Por mais elementar que seja, saber usar as quatros operações matemáticas fundamentais já está sendo privilégio de poucos.

Bons livros estão na Praça. Pelo menos leve um para sua casa.

Leia. Viaje sua imaginação.

É preciso criar.

 

Médica

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