11/01/2019 às 17:30
ROSA E AZUL

 Ex-alunas salesianas amam o azul e rosa. Cor do manto de Nossa Senhora Auxiliadora.

 

            Importância número 01 no Pré-Natal, configura a descoberta do sexo do concepto. Não há diferenças de situação econômica, cultural, paridade, idade. Todas estão ligadas a descobrir se vai ser da turma doJoãozinho ou da Mariazinha.
 
            Na atualidade, pode ser descoberto o sexo nas primeiras semanas de gestação. O exame laboratorial assinala o sexo biológico masculino ou feminino. Gestantes e familiares se sentem realizados, já interagindo com seu futuro rebento, chamando-o pelo nome e batendo um gostoso papo.
 
            A ultrassonografia obstétrica pode não mostrar claramente os genitais, pois dependem da posição intrauterina do ‘quase’ feto.
 
            O ultrassom obstétrico morfológico (22 a 24 semanas) seria o mais preciso para a visualização dos genitais, embora não é o mais importante da solicitação deste tipo de exame. Este mapeia todos os órgãos, tentando ver malformações que possam ser corrigidas no ambiente intrauterino ou logo após o nascimento. Quanto ao sexo, a definição gira em volta de 100%.
 
            A partir da descoberta do sexo biológico, a futura mamãe e familiares vão configurando com cores, habituais, usadas desde longa época: azul para meninos e rosa para as meninas. Isto vai ser usado durante grande parte da infância e mesmo na adolescência. Não é de hoje a identificação do bebê pela cor azul ou rosa. Ressalta uma tendência tradicional.
 
            O quartinho do bebê também adota a cor azul ou rosa.
 
            Configura muita falta de assunto levar a discussão do sexo biológico para esferas governamentais, com tantos problemas a serem resolvidos e debatidos.
 
            Sexo biológico se define ao nascer. A certidão de nascimento aponta este item fundamental no presente e futuro do ser humano.
 
            Os meninos tendem com o crescimento, a serem mais fortes. As meninas levam mais jeito para danças que exigem rebolados, suavidade.
 
            Na pré-adolescência e adolescência, os corpos tomam as características do sexo biológico.
 
            Quando termina a adolescência, portanto, adultez, o sexo é assumido. A maioria opta pelo sexo biológico. Isto é natural. Não configura ‘aberrações’ se a escolha adulta difere do sexo biológico. Entra em pauta vários parâmetros para esta escolha, que deve ser, cuidadosamente, discutida em família.
 
            Não é papel de governo incendiar discussão deste tipo de polêmica. São escolhas dentro do seio familiar, feitas pelo próprio indivíduo na vida adulta.
 
            Portanto: meninos continuam na preferência do azul e meninas na cor rosa.
 
 
 
 
 

Médica

Comentários

Nenhum Comentário. Deixe o seu comentário!

Mais posts de Norma Benvenuti