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Tribunal de Justiça garante continuidade nas obras do novo Fórum de São Luiz
25 de maio de 2010
Juiz Luís Antônio de Abreu Johnson manteve audiência com o presidente do Tribunal de Justiça do Estado, desembargador Léo Lima para reivindicar a continuidade da obra do novo Fórum de São Luiz Gonzaga. Nosso magistrado foi tranquilizado, face a informação de que nenhuma obra será paralisada ou suspensa. O motivo da preocupação foi a decisão do STF que cancela convênio (autorizado por Lei Estadual), que permite ao Poder Judiciário dividir com os bancos o lucro operacional (spread) da aplicação dos Depósitos Judiciais, preservada a correção pela variação da Poupança, que se incorpora ao saldo da conta.
O FATO - A notícia publicada sexta-feira passada, 21, em “Zero Hora”, indicando a suspensão nas obras de construção, reforma e manutenção de prédios do Poder Judiciário no Estado, causou grande preocupação em São Luiz. O motivo seria a decisão do Supremo Tribunal Federal, de retirar a validade da Lei Estadual que permite ao Poder Judiciário do RGS, receber parte do “spread” (lucro operacional) dos bancos resultante da aplicação dos depósitos judiciais. É com esse recurso que o Judiciário está realizando obras novas em todo o Estado, reformando prédios e que já permitiu implantar o mais adiantado sistema de informática do Brasil, interligando em uma rede todas as Comarcas do Estado.  Também é com esse recurso que a Justiça faz o pagamento de exames de DNA, perícias e outras despesas para elucidar provas e proporcionar mais informação aos magistrados.
O diretor do Fôro de São Luiz Gonzaga, juiz Luís Antônio de Abreu Johnson, ao tomar conhecimento da situação criada com a decisão do STF, imediatamente viajou a Porto Alegre, mantendo audiência com o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Léo Lima, segunda-feira pela manhã. Nesse encontro, o magistrado são-luizense foi tranqüilizado, porque todas as obras em andamento continuam no mesmo ritmo, até porque ainda não foi publicado o acórdão da decisão do STF e existem recursos e ações que devem prolongar a vigência da Lei Estadual que sustenta essa fonte de recursos financeiros ao Poder Judiciário.
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São-luizenses dão sugestões para melhorar o trânsito na 13 de Maio e Praça da Matriz
21 de maio de 2010
Tráfego nestas vias chegam ao limite em horários de pico
O trânsito engarrafado não é mais um problema observado somente em cidades grandes. Em São Luiz Gonzaga, que hoje possui pouco mais de 35 mil habitantes, conforme o último Censo, há cerca de 11.927 veículos em circulação, conforme os dados do Detran até 2008. Este número já deve ter ultrapassado os 12.500 veículos até este ano, o que significa cerca de 2.8 automóveis para cada cidadão do município. É uma estatística considerada alta, o que em horários de maior movimento, os chamados horários de pico, tornam caótico o trânsito local, principalmente em algumas vias, como a Rua 13 de Maio, entre a Avenida Senador Pinheiro Machado e a Venâncio Ayres, e as artérias no entorno da Praça da Matriz, que, embora tenha que respeitar a mão única, torna o tráfego bem difícil em determinados horários do dia, causando acidentes, como o ocorrido na esquina da Igreja da Matriz, nesta semana, causando danos nos dois veículos.
SÃO JOÃO - A Rua São João, desde o trevo de acesso até o centro da cidade também é um dos pontos críticos do trânsito são-luizense, devido o grande fluxo de automóveis, graças ao crescente comércio naquela via. A Rua São João também é ponto de constantes acidentes de trânsito, principalmente em dias de chuva, com grande número de ocorrências registradas desde o início do ano. A reclamação pelo trânsito caótico é praticamente unânime entre os são-luizenses, que dão sugestões para melhorar o fluxo de veículos e evitar transtornos, como os vários minutos em que os condutores esperam para sair da Rua 13 de Maio e ingressar na Avenida Senador Pinheiro Machado.
RÓTULAS - Para Cleonice Taborda, o ideal seria colocar rótulas nas esquinas do centro. “Sei que há os postes no meio, mas poderiam ser retirados para a colocação das rótulas. Em Santo Ângelo, por exemplo, há rótulas em todas as esquinas do centro. Enquanto isso, acho que a Brigada Militar deveria cuidar melhor do nosso trânsito, principalmente na esquina da 13 de Maio com a Avenida, onde a espera é muito grande. A gente tenta não se estressar, mas muitas vezes é inevitável, pois estamos sempre com pressa”, disse. Para Nilza Moraes, o maior problema são os carros altos estacionados nas esquinas. “Na 13 de Maio, sempre há veículo altos estacionados na esquina, o que dificulta a visibilidade para a entrada na Avenida e acho que o trânsito fica caótico principalmente em datas festivas, quando a cidade recebe mais visitantes”, declarou Nilza.
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Comitiva de São Luiz conhece usina de açúcar e etanol de Terra Rica
18 de maio de 2010

Aproximadamente 30 pessoas retornaram na madrugada de segunda-feira de uma excursão realizada ao município de Terra Rica, no Paraná. A visita a uma das oito unidades do Grupo Usaçúcar foi organizada pela URI, em parceria com a ACI, e teve a participação do engenheiro agrônomo Roberval Carvalho, representando a Norobios.
A comitiva, que saiu na sexta-feira, 14, às 15h, de São Luiz Gonzaga, chegou em Terra Rica, por volta das 9h de sábado, sendo recepcionada no parque industrial da Usina Santa Terezinha, distante 11 km da sede do município. A recepção foi coordenada pelo diretor do Grupo Usaçúcar, Álvaro Meneghetti, e gerentes industrial e agrícola, João José Marafão e Sérgio Antônio Dotta. Após a apresentação de vídeos, institucional do grupo e sobre a produção de etanol e açúcar, o diretor e os gerentes ficaram à disposição da comitiva, que fez questionamentos sobre a implementação e o funcionamento da indústria. Também foi realizado um comparativo sobre a mudança da matriz produtiva do município e da região, compreendida por 14 municípios que abastecem com cana a Usina Santa Terezinha. A área total é formada por aproximadamente 26 mil hectares, sendo e esta é a quarta safra que está sendo colhida.
PARCERIA - O grupo trabalha em parceria com os produtores da região, onde cada um recebe em torno de R$ 500,00 por hectare/ano. O contrato de parceria prevê preparo, adubação, plantio e colheita pela própria indústria. Na verdade, os produtores apenas entram com a terra. O custo de produção gira em torno de R$ 3 mil e 100 reais por hectare.
SOLO - Uma realidade muito diferente percebida pela comitiva refere-se à qualidade do solo da região de Terra Rica. Enquanto em São Luiz a categoria é A, em Terra Rica o solo apresenta categoria E. Antes da chegada da usina na região de Terra Rica, o solo era cultivado com mandioca e pecuária. Dos 28 mil hectares disponíveis no município para agricultura e pecuária, atualmente 10 mil estão sendo cultivados com cana-de-açúcar.
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