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19 de fevereiro de 2010 |
À meia-noite, os relógios deverão ser atrasados em uma hora
Depois de 126 dias em vigor, o horário de verão termina às 24h deste
domingo, quando os relógios deverão ser atrasados em uma hora. O
término do horário especial atinge moradores do Rio Grande do Sul,
Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo,
Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal.
Em outubro, ao decretar o horário de verão, o governo federal estimou
que a economia de energia chegaria a 5% nos horários de pico de
consumo. Para o Rio Grande do Sul, a projeção de economia é de 180 MW
na ponta do sistema, associado a uma redução de consumo de 17 MW
médios. Segundo a Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), isso
equivale ao consumo anual do município de Capão da Canoa, que tem uma
população de 37,5 mil habitantes.
Desde 2008, o Decreto 6.558 estabeleceu datas fixas para o início e o
término do horário de verão no país. De acordo com o decreto, em todos
os anos, a mudança no horário ocorrerá no terceiro domingo de outubro e
terminará no terceiro domingo de fevereiro. Se a data coincidir com o
domingo de Carnaval, o final do horário de verão é transferido para o
domingo seguinte, como ocorre agora.
Nos últimos 10 anos, o horário de verão no Brasil possibilitou uma
redução média de 4,7% na demanda por energia no período de maior
consumo, que ocorre entre 18h e 21h. Isso significa que as usinas
deixaram de gerar cerca de 2.000 MW (megawatts) a cada ano - 65% da
demanda da cidade do Rio de Janeiro ou ainda 85% da demanda de
Curitiba, capital do Paraná. |
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17 de fevereiro de 2010 |
 Neste feriado em que se comemorou o Carnaval em São Luiz Gonzaga, o
plantão do hospital local teve movimento regular, o que confirma a
repercussão fraca da folia na cidade. Segundo o recepcionista Lucas
Souza, não houve nenhuma alteração no movimento habitual dos
atendimentos. “Não havia ninguém alcoolizado. De incomum, apenas um
atendimento a um acidente de moto, no qual a vítima trincou o
tornozelo”, informa Lucas.
O médico Luiz Grings também confirma a “tranqüilidade” nos atendimentos
do plantão: “Não houve nenhum caso em especial no meu plantão de
domingo. Também não tenho informação de grande movimento no sábado, nem
aqui nem no IML (Instituto Médico Legal)”.
Mesmo com nenhuma alteração na rotina de atendimentos do plantão do
Hospital São Luiz Gonzaga, é sempre importante ressaltar os cuidados
que devem ser tomados neste período caracterizado por imprudências com
álcool e direção, pois mesmo em meio ao Carnaval, é perfeitamente
possível que haja equilíbrio, sem abusos, por parte dos foliões. |
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12 de fevereiro de 2010 |
 Nos últimos dias, a Coopatrigo esteve recebendo as primeiras cargas de
soja da nova safra. Trata-se de pequenas áreas plantadas com variedades
superprecoce que o produtor planta com o objetivo de colher bem cedo
para colocar soja novamente nestas áreas e conseguir fazer duas safras.
Este ano, no entanto, o excesso de chuvas acabou prejudicando este
planejamento e dificilmente os produtores conseguirão plantar as áreas
com soja.
As cargas recebidas pela Coopatrigo foram nas unidades do Rolador e
Garruchos, as quais apresentaram produtividades razoáveis. No Rolador,
a média ficou em torno de 40 sacas por hectare e em Garruchos foi de
aproximadamente 30 sacas por hectare. A qualidade do produto entregue
não é muito boa, com grãos verdes junto aos secos.
BOA SAFRA - Ao comentar os recebimentos das primeiras cargas, o
vice-presidente da Coopatrigo, Ivo de Souza Batista, afirmou que as
expectativas da cooperativa são para uma boa safra na nossa região, o
que vai ser importante para compensar a diminuição de preços que
ocorreu na soja, que está sendo provocada pelo baixo dólar e
perspectiva de uma grande safra da América do Sul e projeções de
aumento de plantio de soja nos Estados Unidos.
Ivo Batista disse que, diante desta expectativa, a Coopatrigo está se
organizando para receber a produção do seu associado e já movimenta o
trigo estocado em seus armazéns, levando este produto principalmente
para a Cesa, a fim de que, quando se iniciar a safra de soja, todas as
unidades da Coopatrigo estejam em condições de atender as necessidades
do associado. “Estamos investindo em novas estruturas de armazenagem,
mas mesmo assim ainda não é suficiente, principalmente porque temos um
grande volume de trigo armazenado em nossos armazéns e precisamos de
espaço para a safra de soja que vai entrar”, explicou o vice-presidente
da Coopatrigo. (Por Roberto Marques, assessor de Comunicação da
Coopatrigo) |
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