12/09/2017 às 16:02
Paralisação é quase total nas escolas estaduais na 32ª Região Escolar

O 33º Núcleo do CPERS, com sede em São Luiz Gonzaga, dá um panorama da paralisação na área da 32ª Região Escolar do Estado. A informação é de Michele Saratt, assistente da diretoria do Núcleo. O levantamento feito pela entidade sindical do Magistério, indica que continuam com aulas normais em São Luiz Gonzaga, as escolas Cruzeiro do Sul (com alguns funcionários em greve) e Adagisa Leães Lencina. Estão paralisadas as escolas Osmar Poppe, Polivalente Gustavo Langsch, Rui Barbosa, Senador Pinheiro Machado, João Aloísio Braun, Amália Germano de Paula e NEEJA Paulo Freire.
A Escola São Luiz está parada, mas uma professora segue dando aulas. No CIEP Mário Vieira Marques, a paralisação é parcial. No distrito de Sana Inês, a Escola Dom Jaime de Barros Câmara está parada. Em Santo Antônio das Missões, o Colégio TBG está parcialmente parado. As escolas Técnica Achilino de Santis, Joaquim Nascimento Barcelos e Erico Verissimo, estão paradas.
Em Bossoroca, o Ensino Médio segue com aula normal (mas com três professores em greve), e na Escola Haideé Nascimento, a aula é normal. Em Dezesseis de Novembro, as aulas são normais na Escola Pe. João Baptista. Em São Nicolau, a Escola Maria Seggiário Hoffmann e a Escola São Nicolau estão com aulas normais, e na São Izidro, três funcionários e um professor estão parados. No Rolador, as aulas são parciais nas duas escolas. Em Mato Queimado, a Escola Santo Estanislau, as aulas são parciais. Em Pirapó, a Escola Henrique Sommer apresenta atividades normais. Em Caibaté, na Escola José Adolfo Meister, as atividades são parciais (a grande maioria parada) e na Escola Raimundo de Paula, a paralisação é completa.
ATO PÚBLICO EM PORTO ALEGRE - Um grupo de professores e funcionários do 33º Núcleo do CPERS/Sindicato esteve ontem em Porto Alegre, para participar de Ato Público Estadual. O objetivo da mobilização foi o de pressionar os deputados a votarem contra o PL-148, que acaba com a cedência de servidores para os sindicatos e as PECs que atacam os direitos dos servidores públicos e em repúdio às privatizações, além de exigir a auto-agenda com o governo, para abrir negociações da pauta de reivindicações da categoria. Embora a paralisação seja por tempo indeterminado, existe a possibilidade que o movimento perca força se o Governo do Estado encerrar hoje o pagamento da folha de agosto, como foi anunciado reiteradamente pelo governador José Ivo Sartori.

 

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