10/09/2018 às 09:01
Memória Cultural

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Amolador de facas

 

A foto é de 1912 e nos mostra um amolador de facas, nas ruas do Rio de Janeiro. O amolador, que antigamente também reparava sombrinhas, era um comerciante ambulante, o qual utilizava também uma bicicleta ou motocicleta para oferecer seus serviços de amolar facas, tesouras  e outros instrumentos de corte. Modernamente, ao longo do século XX, os amoladores urbanos tinham que se estabelecer em comércios situados dentro do recinto dos mercados. Estes comércios, hoje em dia, têm uma dupla função: tanto lugar de trabalho para o amolador de ferramentas de corte, como ponto de venda das mesmas.

A bicicleta tem sido modificada ao longo dos anos, de forma que em sua parte traseira leva montado o esmeril mecânico com uma pedra de amolar, a qual empregava-se para amolar os objetos cortantes. Hoje é muito raro este tipo de profissional. Ele andava pelas ruas da cidade ou povoado e para anunciar sua proximidade usava uma flauta  de canos ou plástico como apito, chamada em espanhol de chiflo, a qual soprava fazendo soar suas tonalidades consecutivas, de grave a aguda e vice-versa.

 

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